Cheguei aqui no Rio no dia 23 de dezembro já à noite. O vôo foi super tranqüilo e o atraso não foi muito grande.
Cheguei direto para a casa de "mammy's". Já estava morrendo de saudades. Minha irmã também estava por aqui, o que é muito difícil, porque ela sempre está na casa do namorado! rsrsrsrs
Cheguei, fiquei um tempo por aqui, e, para variar, mesmo não procurando um programinha para sair, tudo aparece! Eu já estava pensando em ir dormir, mas acabei saindo. Primeiro Belmonte, claro! O Bar tradicional daqui de Copa onde eu tomo um chopp definitivamente maravilhoso e como uma empada mais maravilhosa ainda: carne seca ou siri gratinada no forno! Depois rolou uma festinha numa boate chamada "69" em Ipanema. Festa vip! Final de ano sempre rola uns convites assim... O som por lá é muito bom, estilo Capital em Sampa. Só gente bonita!!! Ipanema, claro! rsrsrsrs O espaço é que é pequeno, mas adorei!!! Dancei bastante...
Dormir? Só às 6h da manhã... mas em dezembro, quem precisa mais que isso? rsrsrsrs
E as férias estão só começando...
Mando notícias!
Bjs a todos!
Kell Carneiro
Percepções e pensamentos... Viagens, Terceiro Setor, Cultura, Música, Eventos, Política, Sociedade e muito mais! Confira!
25 de dez. de 2008
22 de dez. de 2008
20 de dez. de 2008
Canoagem no Parque das Neblinas!
Oi, Galera!!!
Sexta-feira foi a confraternização do Ecofuturo no Parque das Neblinas, como eu tinha falado. O Parque realmente é demais!!! Aprendi a gostar daquele lugar de um jeito... Lindo!
Bem, chegamos já tarde por lá, umas 11 e quinze. Todo famintos, fomos direto para a mesa que estava preparada para ser um café da manhã. A comida caseira feita lá é uma delícia! Fogão à lenha...
Dali seguimos nossa programação. Uma trilha de um quilômetro e meio aproximadamente em que subiríamos rio acima! No final desta trilha estariam nossos duck's, os botes que usaríamos para descer 2 quilômetros e meio de rio.
Depois de um rápido treinamento, seguimos em duplas nos duck's. O rio não tem corredeira ao longo de todo o seu curso. Há locais que a água é extremamente calma. Canoagem contemplativa da natureza... Maravilhoso!
Éramos 5 duplas mais dois duck's com os instrutores sozinhos. Vivi com o baby (Ney), Mel com Leticia, Alê com Sil, Alexandre com a Chris e eu fui com o Renato que trabalha comigo. Nos demos muito bem! Conseguimos controlar o duck com certa tranqüilidade para iniciantes. As pessoas ficavam girando, girando, porque não conseguiam andar em linha reta. Nós fomos muito bem neste ponto!
Chegando na reta final, paramos em uma pedra para uma nova instrução. Afinal, a partir dali desceríamos 3 quedas d'água consecutivas. Quem quisesse poderia desistir neste ponto. Eu, teimosa que só, quis ir em frente e o Renato me acompanhou.
Já na primeira descida o remo do Renato ficou preso em uma árvore. Como é a pessoa que fica atrás que dá direção ao duck, a gente teve que parar em uma pedra logo embaixo. Eu passei meu remo para ele e peguei outro. Na segunda queda d'água é que tudo começou a dar errado. E como é muito rápido não dá nem para pensar direito!
Quando eu olhei para o lado, já na queda d'água, vi o outro remo do Renato passando do meu lado. Foi então que eu me virei bem rápido para entregar mais um remo para ele. O problema é que ele não estava mais lá, tinha caído!!! Eu estava sozinha no duck em plena queda e ele descendo de costas! Aí não teve mais jeito... O duck ficou muito leve e começou a dar um 360, mas como a cachoeira já estava logo à frente não deu tempo de virar inteiro. Então, eu entrei na queda de lado!
É claro que isso não poderia dar certo!!! Fiz uma força enorme para o duck não virar de cabeça para baixo. Assim, eu ainda poderia me apoiar nele. Consegui! O pior é que a corda que jogaram para salvar o Renato desceu a cachoeira e ficou amarrada nas minhas pernas e cintura. Quanto mais eu tentava tirar, mais a força da água enrroscava a corda no meu corpo.
Aí foi uma luta! Tentei de tudo, mas a formação das pedras nessa cachoeira fazia um roda moinho e me jogava novamente embaixo da queda d'água que estava super forte. Nem o colete salva vidas impedia de afundar... Depois de muito lutar contra a força da água (que estava incrivelmente gelada!!!) eu tive uma falta de ar enorme. Não conseguia mais respirar!!! Só que eu ainda tinha que lutar para não afundar! Foi horrível! O Guilherme, coordenador do parque, teve que pular dentro d'água para me tirar de lá! E eu não sei de onde eu ainda tirei forças para subir no duck, mas sei que acabei conseguindo.
Ainda bem que depois desse sufoco foi só cerveja e batucada! Mas não posso deixar de dizer que iria de novo! Adorei!!! Que lugar lindo!
O problema foi aguentar a dor no corpo que já dura 3 dias!!! Isso é que é falta de condicionamento físico... rsrsrsrs
Bjs a todos!
Kell Carneiro
Sexta-feira foi a confraternização do Ecofuturo no Parque das Neblinas, como eu tinha falado. O Parque realmente é demais!!! Aprendi a gostar daquele lugar de um jeito... Lindo!
Bem, chegamos já tarde por lá, umas 11 e quinze. Todo famintos, fomos direto para a mesa que estava preparada para ser um café da manhã. A comida caseira feita lá é uma delícia! Fogão à lenha...
Dali seguimos nossa programação. Uma trilha de um quilômetro e meio aproximadamente em que subiríamos rio acima! No final desta trilha estariam nossos duck's, os botes que usaríamos para descer 2 quilômetros e meio de rio.
Depois de um rápido treinamento, seguimos em duplas nos duck's. O rio não tem corredeira ao longo de todo o seu curso. Há locais que a água é extremamente calma. Canoagem contemplativa da natureza... Maravilhoso!
Éramos 5 duplas mais dois duck's com os instrutores sozinhos. Vivi com o baby (Ney), Mel com Leticia, Alê com Sil, Alexandre com a Chris e eu fui com o Renato que trabalha comigo. Nos demos muito bem! Conseguimos controlar o duck com certa tranqüilidade para iniciantes. As pessoas ficavam girando, girando, porque não conseguiam andar em linha reta. Nós fomos muito bem neste ponto!
Chegando na reta final, paramos em uma pedra para uma nova instrução. Afinal, a partir dali desceríamos 3 quedas d'água consecutivas. Quem quisesse poderia desistir neste ponto. Eu, teimosa que só, quis ir em frente e o Renato me acompanhou.
Já na primeira descida o remo do Renato ficou preso em uma árvore. Como é a pessoa que fica atrás que dá direção ao duck, a gente teve que parar em uma pedra logo embaixo. Eu passei meu remo para ele e peguei outro. Na segunda queda d'água é que tudo começou a dar errado. E como é muito rápido não dá nem para pensar direito!
Quando eu olhei para o lado, já na queda d'água, vi o outro remo do Renato passando do meu lado. Foi então que eu me virei bem rápido para entregar mais um remo para ele. O problema é que ele não estava mais lá, tinha caído!!! Eu estava sozinha no duck em plena queda e ele descendo de costas! Aí não teve mais jeito... O duck ficou muito leve e começou a dar um 360, mas como a cachoeira já estava logo à frente não deu tempo de virar inteiro. Então, eu entrei na queda de lado!
É claro que isso não poderia dar certo!!! Fiz uma força enorme para o duck não virar de cabeça para baixo. Assim, eu ainda poderia me apoiar nele. Consegui! O pior é que a corda que jogaram para salvar o Renato desceu a cachoeira e ficou amarrada nas minhas pernas e cintura. Quanto mais eu tentava tirar, mais a força da água enrroscava a corda no meu corpo.
Aí foi uma luta! Tentei de tudo, mas a formação das pedras nessa cachoeira fazia um roda moinho e me jogava novamente embaixo da queda d'água que estava super forte. Nem o colete salva vidas impedia de afundar... Depois de muito lutar contra a força da água (que estava incrivelmente gelada!!!) eu tive uma falta de ar enorme. Não conseguia mais respirar!!! Só que eu ainda tinha que lutar para não afundar! Foi horrível! O Guilherme, coordenador do parque, teve que pular dentro d'água para me tirar de lá! E eu não sei de onde eu ainda tirei forças para subir no duck, mas sei que acabei conseguindo.
Ainda bem que depois desse sufoco foi só cerveja e batucada! Mas não posso deixar de dizer que iria de novo! Adorei!!! Que lugar lindo!
O problema foi aguentar a dor no corpo que já dura 3 dias!!! Isso é que é falta de condicionamento físico... rsrsrsrs
Bjs a todos!
Kell Carneiro
18 de dez. de 2008
Amanhã é dia de festa!!!
Amanhã é dia de confreternização de final de ano da galera do Ecofuturo, onde eu trabalho. Vamos todos para o Parque das Neblinas que fica na Mogi-Bertioga aqui no interior de São Paulo. É uma reserva ambiental linda de mata atlântica totalmente nativa, recuperada naturalmente. Lá antes era uma área de extração de eucalipto da Suzano que ficou parada durante 23 anos e se recuperou sozinha, sem ajuda do homem...
Hoje são várias atividades disponível de turismo de aventura. Tem mountain bike, canoagem em corredeira, trilha, arborismo... Lá é maravilhoso!!! E amanhã eu vou poder aproveitar tudo isso. Pela primeira vez a lazer no Parque das Neblinas!!! (Sempre vou lá para reuniões de trabalho, o que também não é nada mal! rsrs)
Se você quiser conhecer mais, coloquei algumas informações abaixo e o link para o site! http://www.ecofuturo.org.br/parque-das-neblinas
"O Parque das Neblinas, localizado em Bertioga (SP), é uma Reserva Ecofuturo com 2.800 hectares. Fica ao lado do Parque Estadual da Serra do Mar – em região declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
Idealizado para ser um espaço de vivência, a grande missão do Parque das Neblinas é ser uma vitrine de práticas sustentáveis para a regeneração de ecossistemas a partir da aproximação do homem com a natureza, por meio do aprendizado e do lazer.
Conheça as atividades do Parque das Neblinas:
Caminhadas nas trilhas do Parque
Canoagem
Mountain Bike
Vivência no Parque
Expedição Científica
Orquídeas do Parque
Oficinas de meio ambiente
Escolha as atividades de seu interesse e agende sua visita:
parquedasneblinas@ecofuturo.org.br
(11) 4724-0555/4724-0556"
Bjs a todos!!!
Kell Carneiro
Hoje são várias atividades disponível de turismo de aventura. Tem mountain bike, canoagem em corredeira, trilha, arborismo... Lá é maravilhoso!!! E amanhã eu vou poder aproveitar tudo isso. Pela primeira vez a lazer no Parque das Neblinas!!! (Sempre vou lá para reuniões de trabalho, o que também não é nada mal! rsrs)
Se você quiser conhecer mais, coloquei algumas informações abaixo e o link para o site! http://www.ecofuturo.org.br/parque-das-neblinas
"O Parque das Neblinas, localizado em Bertioga (SP), é uma Reserva Ecofuturo com 2.800 hectares. Fica ao lado do Parque Estadual da Serra do Mar – em região declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco como parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
Idealizado para ser um espaço de vivência, a grande missão do Parque das Neblinas é ser uma vitrine de práticas sustentáveis para a regeneração de ecossistemas a partir da aproximação do homem com a natureza, por meio do aprendizado e do lazer.
Conheça as atividades do Parque das Neblinas:
Caminhadas nas trilhas do Parque
Canoagem
Mountain Bike
Vivência no Parque
Expedição Científica
Orquídeas do Parque
Oficinas de meio ambiente
Escolha as atividades de seu interesse e agende sua visita:
parquedasneblinas@ecofuturo.org.br
(11) 4724-0555/4724-0556"
Bjs a todos!!!
Kell Carneiro
16 de dez. de 2008
Este é o projeto em que eu trabalho!!!
Eu trabalho com o Projeto Biblioteca Comunitária Ler é Preciso no Instituto Ecofuturo. É para levar este projeto aos lugares mais distantes do Brasil com baixo IDH e alto índice de exclusão social, pobreza e analfabetismo que eu viajo boa parte do ano. É daqui que saem as experiências e histórias que conto aqui no blog.
Assista o vídeo se quiser conhecer mais. Ele é bem rapidinho e muito legal! Não é um vídeo institucional convecional...
http://www.youtube.com/watch?v=C7fc5eJzQq4
Bjos a todos!
Kell Carneiro
Assista o vídeo se quiser conhecer mais. Ele é bem rapidinho e muito legal! Não é um vídeo institucional convecional...
http://www.youtube.com/watch?v=C7fc5eJzQq4
Bjos a todos!
Kell Carneiro
O Final do ano está chegando!!!
Galera, agora é a reta final! Vamos olhar nossas metas do início do ano e fazer um balanço para saber o que conseguimos realizar, quais os desejos que vamos renovar para o próximo ano e, claro, quais são os novos pedidos. Esses sempre existem...
Bem, eu já estou fazendo meu balanço, minha retrospectiva, e acho que já posso dizer que foi positivo, tudo o que eu vivi valeu! Redescobri minha vida, conheci muita gente nova e legal, fiz grandes e fortes amizades, me apaixonei, me desapaixonei, me aproximei de pessoas queridas e deixei para trás mágoas e ressentimentos. Enfim, fui muito feliz! Tudo valeu à pena! Aprendi demais... Estou me sentindo cada dia mais refeita na medida em que o final do ano se aproxima.
A expectativa agora também é grande, porque já estou refazendo minha metas para 2009! Sempre faço isso...
Além de tudo isso, ainda consegui tirar férias!!! Vou ficar quase 20 dias no Rio. Vai ser ótimo! Talvez eu vá para Búzios também... Na verdade estou sem rumo. Vou deixar a vida me levar onde ela quiser. Não existem barreiras para isso...
Agora são os preparativos para o Natal em família, compra de presentes, ajudar mamãe com a ceia... E depois da 1 hora da manhã na noite de 24 de dezembro, depois que a família for embora dormir, ainda vai rolar a ceia com a galera! Meus amigos que eu amo tanto e que não vejo há tempos (alguns não tanto tempo assim...) vão estar todos juntos. Vou poder rever a todos na nossa ceia/noitada de Natal! Vai ser show!!!
E isso é só o começo, porque ainda tem uma super, super, super festa de reveillon no Jockey Club do Rio. Uma das melhores festas!!! Vai ser de arrasar: Monobloco e bateria da Magueira, duas pistas com dj's, jantar, buffet de comida japonesa, bebida liberada a noite toda (inclusive wisky 12 anos) e café da manhã no dia seguinte... Já viu como vai ser... Ah! E eu ainda vou estar com amigos do Rio e amigas de Sampa. A Si e a Isa estão indo para esta aventura comigo no Rio. Não vou ter do que reclamar...
Bem, agenda montada... Mando notícias aqui no blog!
Um beijão a todos!!!
Kell Carneiro
Bem, eu já estou fazendo meu balanço, minha retrospectiva, e acho que já posso dizer que foi positivo, tudo o que eu vivi valeu! Redescobri minha vida, conheci muita gente nova e legal, fiz grandes e fortes amizades, me apaixonei, me desapaixonei, me aproximei de pessoas queridas e deixei para trás mágoas e ressentimentos. Enfim, fui muito feliz! Tudo valeu à pena! Aprendi demais... Estou me sentindo cada dia mais refeita na medida em que o final do ano se aproxima.
A expectativa agora também é grande, porque já estou refazendo minha metas para 2009! Sempre faço isso...
Além de tudo isso, ainda consegui tirar férias!!! Vou ficar quase 20 dias no Rio. Vai ser ótimo! Talvez eu vá para Búzios também... Na verdade estou sem rumo. Vou deixar a vida me levar onde ela quiser. Não existem barreiras para isso...
Agora são os preparativos para o Natal em família, compra de presentes, ajudar mamãe com a ceia... E depois da 1 hora da manhã na noite de 24 de dezembro, depois que a família for embora dormir, ainda vai rolar a ceia com a galera! Meus amigos que eu amo tanto e que não vejo há tempos (alguns não tanto tempo assim...) vão estar todos juntos. Vou poder rever a todos na nossa ceia/noitada de Natal! Vai ser show!!!
E isso é só o começo, porque ainda tem uma super, super, super festa de reveillon no Jockey Club do Rio. Uma das melhores festas!!! Vai ser de arrasar: Monobloco e bateria da Magueira, duas pistas com dj's, jantar, buffet de comida japonesa, bebida liberada a noite toda (inclusive wisky 12 anos) e café da manhã no dia seguinte... Já viu como vai ser... Ah! E eu ainda vou estar com amigos do Rio e amigas de Sampa. A Si e a Isa estão indo para esta aventura comigo no Rio. Não vou ter do que reclamar...
Bem, agenda montada... Mando notícias aqui no blog!
Um beijão a todos!!!
Kell Carneiro
9 de dez. de 2008
Trabalho voluntário
Galera,
Na última postagem convidei a todos a atuarem como voluntários em uma favela aqui em São Paulo, mas não é só aqui que há esta necessidade. Nem só em favela...
Se tiver alguém de outros locais que queira atuar como voluntário, pode postar os contatos em um comentário também. Hoje atuo em 08 estados (são 78 municípios) e tenho contatos para trabalho voluntário em todos estes locais. É só pedir. Os estados são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Maranhão e Pará.
Sejam bem vindos!
Bjs
Kell Carneiro
Na última postagem convidei a todos a atuarem como voluntários em uma favela aqui em São Paulo, mas não é só aqui que há esta necessidade. Nem só em favela...
Se tiver alguém de outros locais que queira atuar como voluntário, pode postar os contatos em um comentário também. Hoje atuo em 08 estados (são 78 municípios) e tenho contatos para trabalho voluntário em todos estes locais. É só pedir. Os estados são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Maranhão e Pará.
Sejam bem vindos!
Bjs
Kell Carneiro
Favela em São Paulo: Um cenário alternativo de trabalho!
Continuando meu caminho de atuação em projetos sociais, na mesma semana em que fui para o interior do Pará tive que atuar em uma favela em São Paulo.
Na verdade, este cenário não me espanta. Conheço várias favelas no Rio e algumas em São Paulo e estou, digamos, ambientada com este cenário. Não tenho medo de entrar em uma, mesmo se houver traficantes visivelmente armados ou armas pesadas.
Atualmente estou responsável pela implantação do projeto em que atuo em uma favela no Morumbi aqui em São Paulo. O lugar é extremante pobre. Inicialmente haviam em torno de 1.500 famílias morando no local. Com a construção de um Shopping de altíssimo luxo ao lado (o local é muito disputado, pois fica no Morumbi, ao lado de diversas mansões, e beirando a Marginal Pinheiros), vários terrenos vieram sendo desocupados e a favela diminuiu para em torno de apenas 400 famílias.
Para falar a verdade, já freqüento aquele local desde fevereiro deste ano quando o projeto começou, mas agora tenho ido quinsenalmente para reuniões com um grupo da comunidade. E não posso deixar de comentar: são pessoas maravilhosas! Nesse tipo de trabalho que eu faço não tem muito jeito. A gente convive por tanto tempo com grupos de pessoas das comunidades que acaba se apegando.
Bem, estive lá no final da semana passada. Foi uma visita no mínimo angustiante. Quando a gente chega nestes locais é como se fôssemos uma ilha de esperança, então só chegam histórias tristes, queixas e pedidos...
Lá ouvi histórias de várias adolescentes grávidas, inclusive uma que tem deficiência física. Muitas engravidaram de funcionários da construção civil que trabalharam na obra do shopping e já não estão mais por lá, deixando para trás seus filhos ainda na barriga e a mãe deles... Geralmente expulsas de casa pelos pais (ou a mãe, ou a avó, ou a cuidadora, na ausência do casal de pais), as adolescentes vão morar com amigas e namorados, ainda na favela. Passam a sofrer agressão física, mesmo grávidas, passam dias sem comer, não fazem pré-natal... Tantas histórias...
É inevitável não ficar angustida. Saí de lá convencida de que o que eu estou fazendo é ainda muito pouco. Gostaria de ajudar mais... Se todos fizessem um pouco seria tão mais fácil...
Bem, atualmente estamos organizando ciclos de palestras para orientar a comunidade, especialmente os jovens. Todos os palestrantes são voluntários (eu serei uma delas). Há necessidade de tratar de vários assuntos como planejamento familiar, maternidade na adolescência, alcoolismo, tabagismo (o assunto "droga" ainda não é bem vindo, mas chegaremos lá), mercado de trabalho, primeiros socorros, nutrição, utilização consciente da água, o papel da mulher na sociedade, aproveitamento integral dos alimentos e muitos outros...
Convido a todos que se interessem em participar como palestrantes a deixar um comentário no blog com um e-mail de contato. Será muito bem vindo!
Só posso dizer que vale à pena. Não apenas o outro é beneficiado. A gente cresce também...
Um grande beijo a todos!
Kell Carneiro
Na verdade, este cenário não me espanta. Conheço várias favelas no Rio e algumas em São Paulo e estou, digamos, ambientada com este cenário. Não tenho medo de entrar em uma, mesmo se houver traficantes visivelmente armados ou armas pesadas.
Atualmente estou responsável pela implantação do projeto em que atuo em uma favela no Morumbi aqui em São Paulo. O lugar é extremante pobre. Inicialmente haviam em torno de 1.500 famílias morando no local. Com a construção de um Shopping de altíssimo luxo ao lado (o local é muito disputado, pois fica no Morumbi, ao lado de diversas mansões, e beirando a Marginal Pinheiros), vários terrenos vieram sendo desocupados e a favela diminuiu para em torno de apenas 400 famílias.
Para falar a verdade, já freqüento aquele local desde fevereiro deste ano quando o projeto começou, mas agora tenho ido quinsenalmente para reuniões com um grupo da comunidade. E não posso deixar de comentar: são pessoas maravilhosas! Nesse tipo de trabalho que eu faço não tem muito jeito. A gente convive por tanto tempo com grupos de pessoas das comunidades que acaba se apegando.
Bem, estive lá no final da semana passada. Foi uma visita no mínimo angustiante. Quando a gente chega nestes locais é como se fôssemos uma ilha de esperança, então só chegam histórias tristes, queixas e pedidos...
Lá ouvi histórias de várias adolescentes grávidas, inclusive uma que tem deficiência física. Muitas engravidaram de funcionários da construção civil que trabalharam na obra do shopping e já não estão mais por lá, deixando para trás seus filhos ainda na barriga e a mãe deles... Geralmente expulsas de casa pelos pais (ou a mãe, ou a avó, ou a cuidadora, na ausência do casal de pais), as adolescentes vão morar com amigas e namorados, ainda na favela. Passam a sofrer agressão física, mesmo grávidas, passam dias sem comer, não fazem pré-natal... Tantas histórias...
É inevitável não ficar angustida. Saí de lá convencida de que o que eu estou fazendo é ainda muito pouco. Gostaria de ajudar mais... Se todos fizessem um pouco seria tão mais fácil...
Bem, atualmente estamos organizando ciclos de palestras para orientar a comunidade, especialmente os jovens. Todos os palestrantes são voluntários (eu serei uma delas). Há necessidade de tratar de vários assuntos como planejamento familiar, maternidade na adolescência, alcoolismo, tabagismo (o assunto "droga" ainda não é bem vindo, mas chegaremos lá), mercado de trabalho, primeiros socorros, nutrição, utilização consciente da água, o papel da mulher na sociedade, aproveitamento integral dos alimentos e muitos outros...
Convido a todos que se interessem em participar como palestrantes a deixar um comentário no blog com um e-mail de contato. Será muito bem vindo!
Só posso dizer que vale à pena. Não apenas o outro é beneficiado. A gente cresce também...
Um grande beijo a todos!
Kell Carneiro
1 de dez. de 2008
Inauguração da BC de Belterra!!!
Este era meu último dia na região de Santarém no Pará. Dia 28 de novembro, uma 6a feira! E meu terceiro dia de viagem. Começamos logo cedo. Eu, Viviane e Kriz combinamos de nos encontrar no restaurante do hotel para o café da manhã às 06:30h. A saída estava prevista para às 07h.
Neste último dia já não éramos só nós três para pegar a estrada. Estávamos em dois carros e tínhamos a companhia de mais duas pessoas: um outro representante da videolar, empresa patrocinadora do projeto, e o escritor de livros infanto-juvenis Daniel Munduruku. Este é de decendência indígena e parte de sua tribo está localizada em Belterra. Levamos ele a pedido do líder da própria tribo no município.
Pegamos a estrada em direção à Belterra. Chegamos em torno de uma hora antes do início da cerimônia de inauguração que estava marcada para 09h. Foi ótimo para darmos os retoques finais nos preparativos.
A Rede Globo local esteve presente para cobrir o evento e eu e Viviane demos entrevista. Ainda não sei se vou conseguir o clipping, mas se conseguir coloco na net. A repórter ficou até o final de tudo que estava programado para a ocasião e ainda entrevistou o Daniel Munduruku, o escritor que levamos.
Na inauguração fui convidada para astear a bandeira do Pará. Fiquei supresa, pois isso não estava programado... e nervosa também! Sou muito desastrada e estava morrendo de medo de deixar o fio cair com aquela bandeira no chão bem na hora do hino nacional. E para piorar a Globo estava filmando tudo! Mas no final correu tudo bem. Não dei vexame, não.
A inauguração começou com a presença de várias autoridades locais, inclusive o Prefeito da cidade. Fiz meu discurso como sempre, chamando as pessoas que tanto tinham trabalhado e dado o seu suor por aquele projeto e que geralmente ficam no anonimato, ninguém lembra delas. Coloquei todo mundo lá na frente para ser aplaudido. Sairam todos orgulhosos!
Este é um dos momentos do meu trabalho em que fico mais feliz e sensibilizada. É quando eu posso ver o resultado do que eu tenho feito. É quando eu posso ver o carinho que as pessoas do local têm por mim. Eu estava muito feliz, a biblioteca estava linda e as pessoas realizadas com esta conquista. Tem coisa melhor?
Nas verdade saímos todos nós dali sensibilizados, direto para o hotel para pegar nossas malas e seguir para o aeroporto. O nosso embarque foi às 14h, mas eu só consegui chegar em casa às 23h. Viagem longa e muito cansativa. Mas não me queixo, vale à pena! Quando volto para casa percebo o quanto sou feliz. Feliz por ter meu cantinho, minha casa aconchegante e bem montada, cama macia, comida na geladeira, roupa legal para vestir... São coisas tão pequenas e que ninguém normalmente dá valor. Faz parte do nosso dia-a-dia e a gente nem nota mais como estas são conquistas importantes que boa parte dos brasileiros não conseguem obter.
Voltei serena, orgulhosa e muito feliz!!!
Vivi e Kriz, tenho certeza que estão se sentindo como eu. Este tipo de projeto social é mágico! Mexe com a gente de uma forma muito positiva! Ah! Combinado é combinado! Assim que a Kriz terminar de editar as fotos, nos encontraremos para um revival da viagem.
E assim consegui concluir mais uma parte do meu trabalho, mais uma meta de 2008.
Bjs a todos!
Kell Carneiro
Neste último dia já não éramos só nós três para pegar a estrada. Estávamos em dois carros e tínhamos a companhia de mais duas pessoas: um outro representante da videolar, empresa patrocinadora do projeto, e o escritor de livros infanto-juvenis Daniel Munduruku. Este é de decendência indígena e parte de sua tribo está localizada em Belterra. Levamos ele a pedido do líder da própria tribo no município.
Pegamos a estrada em direção à Belterra. Chegamos em torno de uma hora antes do início da cerimônia de inauguração que estava marcada para 09h. Foi ótimo para darmos os retoques finais nos preparativos.
A Rede Globo local esteve presente para cobrir o evento e eu e Viviane demos entrevista. Ainda não sei se vou conseguir o clipping, mas se conseguir coloco na net. A repórter ficou até o final de tudo que estava programado para a ocasião e ainda entrevistou o Daniel Munduruku, o escritor que levamos.
Na inauguração fui convidada para astear a bandeira do Pará. Fiquei supresa, pois isso não estava programado... e nervosa também! Sou muito desastrada e estava morrendo de medo de deixar o fio cair com aquela bandeira no chão bem na hora do hino nacional. E para piorar a Globo estava filmando tudo! Mas no final correu tudo bem. Não dei vexame, não.
A inauguração começou com a presença de várias autoridades locais, inclusive o Prefeito da cidade. Fiz meu discurso como sempre, chamando as pessoas que tanto tinham trabalhado e dado o seu suor por aquele projeto e que geralmente ficam no anonimato, ninguém lembra delas. Coloquei todo mundo lá na frente para ser aplaudido. Sairam todos orgulhosos!
Este é um dos momentos do meu trabalho em que fico mais feliz e sensibilizada. É quando eu posso ver o resultado do que eu tenho feito. É quando eu posso ver o carinho que as pessoas do local têm por mim. Eu estava muito feliz, a biblioteca estava linda e as pessoas realizadas com esta conquista. Tem coisa melhor?
Nas verdade saímos todos nós dali sensibilizados, direto para o hotel para pegar nossas malas e seguir para o aeroporto. O nosso embarque foi às 14h, mas eu só consegui chegar em casa às 23h. Viagem longa e muito cansativa. Mas não me queixo, vale à pena! Quando volto para casa percebo o quanto sou feliz. Feliz por ter meu cantinho, minha casa aconchegante e bem montada, cama macia, comida na geladeira, roupa legal para vestir... São coisas tão pequenas e que ninguém normalmente dá valor. Faz parte do nosso dia-a-dia e a gente nem nota mais como estas são conquistas importantes que boa parte dos brasileiros não conseguem obter.
Voltei serena, orgulhosa e muito feliz!!!
Vivi e Kriz, tenho certeza que estão se sentindo como eu. Este tipo de projeto social é mágico! Mexe com a gente de uma forma muito positiva! Ah! Combinado é combinado! Assim que a Kriz terminar de editar as fotos, nos encontraremos para um revival da viagem.
E assim consegui concluir mais uma parte do meu trabalho, mais uma meta de 2008.
Bjs a todos!
Kell Carneiro
Pindobal: linda praia do Tapajós!
Antes de continuar nossa peregrinação pela cidade de Belterra em busca de mais fotos da vida cotidiana paramos numa vendinha para beber água gelada e aproveitamos para comer um melão. Era a única coisa que tínhamos por lá para comer.
Seguimos de carro, ainda com o ar condicionado congelando, por uma estrada de floresta no acostamento e terra batida. Só era possível passar um carro de cada vez e poeira vermelha levantava a cada movimento. Esta estrada levava em direção a Pindobal, uma comunidade ribeirinha do Tapajós. Uma meia hora de estrada depois nos deparamos com uma praia incrivelmente linda: era Pindobal! Era incrível o recanto que avistamos. Apesar daquela água toda ser um rio, nós não conseguíamos enxergar a outra margem. Parecia um mar.
Em frente à praia haviam algumas casas, todas extremamente pobres! Como há desigualdade social e de distribuição de renda nesse país! Paramos em uma delas onde avistamos algum movimento. Era uma família reunida. Adultos, adolescente e crianças... além de galinhas, galos, pintinhos, cachorro, claro! Conversamos com eles e tiramos várias fotos. Todas maravilhosas! O triste era ver que as pessoas dormiam em redes embaixo de uma armação de madeira com telhado de palha, igual a uma oca. Não haviam paredes! Dormiam todos ao relento. Apesar de toda a dificuldade que o povo passa pelo interior do Brasil, eles eram uma família muito bem humorada e felizes. Estavam sempre sorrindo, brincando com as pessoas. Fomos muito bem recebidos lá.
Seguimos estrada até o final desta vila. Paramos em uma outra vendinha, um buteco, que como sempre era um anexo da casa da família. O sol estava insuportável e então trocamos de roupa para colocar o biquini. A esta altura já deviam ser uma 15:30h.
Dali pegamos outra estrada que nos levou a Alter do Chão. Aquela praia com ilhas, paisagem linda, que nós havíamos ido no dia anterior. Lá foram tiradas mais algumas fotos, sempre com o olhar sensível da Kriz Knack.
Atravessamos o rio novamente de catraia até uma das ilhas e repetimos o ritual do dia anterior: praia, água morna do Rio Tapajós, água de coco e isca de Pirarucu... Isso é que é vida!!!
Dali seguimos para Santarém em mais 40 minutos de estrada. Paramos no porto, também no Rio Tapajós, para tirar mais fotos. Lá pudemos ver o movimento dos estivadores carregando mercadoria para abastecer os barcos que levam mantimentos para os municípios onde só é possível chegar pelo rio. É incrível como a vida naquela região acontece em volta do rio e dele depende.
Ainda neste movimento de fotografar conversamos e registramos os movimentos de alguns adolescentes que estavam por lá, tomando banho naquelas águas já não tão limpas por causa dos barcos, e com uma família de pescadores. Foi neste momento em que pudemos ver uma das lendas mais fortes da amanzônia: um cardume de botos!!! Eram vários, nadando pelo rio, não tão distantes da margem. Tive vontade de mergulhar e ir nadando até perto deles, mas no final não tive coragem de fazer isso. Eles nadavam, todos próximos uns dos outros, e um deles ainda colocou o rabo para fora da água e ficou balançando. Lindos!!! Este foi o meu presente na minha provável última ida à Santarém pelo projeto.
Depois disso rumamos para o hotel já exaustas. Ainda sem almoço, tomamos banho e nos arrumamos para sair novamente. Desta vez para comer comida de verdade. Quando almoçamos já eram por volta das 20h da noite. Ainda passamos por uma quermece que estava acontecendo em Santarém. Era comemoração de Nossa Senhora da Conceição, a festa do Círio de Nazaré. Mas não ficamos nem 15 minutos lá. O cansaço era muito maior e então fomos para o hotel dormir e nos preparar para a inauguração do projeto que nos aguardava no dia seguinte...
Seguimos de carro, ainda com o ar condicionado congelando, por uma estrada de floresta no acostamento e terra batida. Só era possível passar um carro de cada vez e poeira vermelha levantava a cada movimento. Esta estrada levava em direção a Pindobal, uma comunidade ribeirinha do Tapajós. Uma meia hora de estrada depois nos deparamos com uma praia incrivelmente linda: era Pindobal! Era incrível o recanto que avistamos. Apesar daquela água toda ser um rio, nós não conseguíamos enxergar a outra margem. Parecia um mar.
Em frente à praia haviam algumas casas, todas extremamente pobres! Como há desigualdade social e de distribuição de renda nesse país! Paramos em uma delas onde avistamos algum movimento. Era uma família reunida. Adultos, adolescente e crianças... além de galinhas, galos, pintinhos, cachorro, claro! Conversamos com eles e tiramos várias fotos. Todas maravilhosas! O triste era ver que as pessoas dormiam em redes embaixo de uma armação de madeira com telhado de palha, igual a uma oca. Não haviam paredes! Dormiam todos ao relento. Apesar de toda a dificuldade que o povo passa pelo interior do Brasil, eles eram uma família muito bem humorada e felizes. Estavam sempre sorrindo, brincando com as pessoas. Fomos muito bem recebidos lá.
Seguimos estrada até o final desta vila. Paramos em uma outra vendinha, um buteco, que como sempre era um anexo da casa da família. O sol estava insuportável e então trocamos de roupa para colocar o biquini. A esta altura já deviam ser uma 15:30h.
Dali pegamos outra estrada que nos levou a Alter do Chão. Aquela praia com ilhas, paisagem linda, que nós havíamos ido no dia anterior. Lá foram tiradas mais algumas fotos, sempre com o olhar sensível da Kriz Knack.
Atravessamos o rio novamente de catraia até uma das ilhas e repetimos o ritual do dia anterior: praia, água morna do Rio Tapajós, água de coco e isca de Pirarucu... Isso é que é vida!!!
Dali seguimos para Santarém em mais 40 minutos de estrada. Paramos no porto, também no Rio Tapajós, para tirar mais fotos. Lá pudemos ver o movimento dos estivadores carregando mercadoria para abastecer os barcos que levam mantimentos para os municípios onde só é possível chegar pelo rio. É incrível como a vida naquela região acontece em volta do rio e dele depende.
Ainda neste movimento de fotografar conversamos e registramos os movimentos de alguns adolescentes que estavam por lá, tomando banho naquelas águas já não tão limpas por causa dos barcos, e com uma família de pescadores. Foi neste momento em que pudemos ver uma das lendas mais fortes da amanzônia: um cardume de botos!!! Eram vários, nadando pelo rio, não tão distantes da margem. Tive vontade de mergulhar e ir nadando até perto deles, mas no final não tive coragem de fazer isso. Eles nadavam, todos próximos uns dos outros, e um deles ainda colocou o rabo para fora da água e ficou balançando. Lindos!!! Este foi o meu presente na minha provável última ida à Santarém pelo projeto.
Depois disso rumamos para o hotel já exaustas. Ainda sem almoço, tomamos banho e nos arrumamos para sair novamente. Desta vez para comer comida de verdade. Quando almoçamos já eram por volta das 20h da noite. Ainda passamos por uma quermece que estava acontecendo em Santarém. Era comemoração de Nossa Senhora da Conceição, a festa do Círio de Nazaré. Mas não ficamos nem 15 minutos lá. O cansaço era muito maior e então fomos para o hotel dormir e nos preparar para a inauguração do projeto que nos aguardava no dia seguinte...
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